28 Maio // May 28th

Teatro Miguel Franco – 17h30

Duração // Length: 70 min. // M12

ALEXANDRIA
Luís Miguel Pereira, Thiago Cavalheiro (Portugal)

A vida de uma escritora vira do avesso quando uma doença silenciosa se apodera dela. Memórias desvanecem enquanto a sua vida profissional e familiar desmoronam. Perdida, tenta encontrar o único lugar onde pode recuperar o que perdeu.

A writer’s life is turned upside down when a silent disease takes over. Memories fade as both her profissional and family life crumble. Lost, she searches for the one place where she can recover what she lost.
UMA MULHER COM UMA CÂMARA
Tiago Iúri (Portugal)

Gravações de uma mulher foram encontradas com questões da humanidade e do nosso planeta.

Recordings of a woman have been found with questions of humanity and our planet.
ÀS VEZES OS DIAS, ÀS VEZES A VIDA
Janine Gonçalves (Portugal)

Lena tem dois trabalhos. É padeira de madrugada, trabalha num supermercado durante o dia e à noite cuida da sua filha. No meio o que fica? Uma mulher de luto que tenta reinventar-se no seu caminho. Um retrato cru de uma mãe que se esqueceu que também é mulher, em mais um dia da sua vida.

Lena has two jobs. She’s a baker at dawn and works in a supermarket during the day. At night, she takes care of her daughter. What remains in between? A mourning woman trying to reinvent herself on her way. A sharp portrait of a mother who forgot that she’s also a woman, in another day of her life.
O SILÊNCIO
Paulo Graça, Pedro Caldeira (Portugal)

O silêncio desenhava as paredes, cobria as mesas, emoldurava os retratos. O silêncio esculpia os volumes, recortava as linhas, aprofundava os espaços. Foi então que se ouviu o grito.

The silence drew the walls, covered the tables, framed the portraits, sculpted the volumes. And then the scream came.
O VOO DAS MANTAS
Bruno Carnide (Portugal)

Tudo começou como começam todas as histórias, pelo início. Quando eu era mais pequena, a minha mãe sentava-me ao colo e contava-me que todos os dias as mantas saíam do mar a voar, às centenas!

It all began as all stories begin, at the start. When I was younger, my mother would sit me on her lap and tell me that, every day the manta rays would come out of the sea flying, by the hundreds!