27 Maio // May 27th

Teatro Miguel Franco – 21h00

Duração // Length: 60 min. // M12

A MENINA PARADA
Joana Toste (Portugal)

Uma menina perde-se da mãe e recusa-se a sair do mesmo lugar. Um polícia impede todos os outros de a obrigarem a mexer. A menina parada e o polícia que a guarda param o trânsito e agitam os corações da cidade.

A child is lost from her mother and refuses to move from the same place. A policeman stops everyone else to make her move. The still girl and the policeman that guards her stop traffic and stir up the city’s hearts.
ULTRA
João Lourenço (Portugal)
[World Premiere]

À deriva entre uma vida doméstica despedaçada, e a crueldade do amor adolescente, um rapaz procura libertar-se do fardo da masculinidade que lhe foi imposta.

Struggling to fulfill the burden of manhood that has been bestowed upon him, a teenager is at a crossroads between a shattered home life, and the cruelties of youthful love.
VISÕES DE COPACABANA
Rita Brás (Portugal)

A pandemia de Covid-19 interrompe as minhas aulas no Rio de Janeiro, e faz-me regressar à casa da minha infância. Em Copacabana, vou descobrindo imagens de resistência, enquanto a extrema direita vocifera insultos e ameaças de morte. Fecho os olhos, e reconheço o desejo de permanecer junto ao mar. Uma viagem de aventura e autoconhecimento entre o Brasil e Portugal.

The Covid-19 pandemic interrupts the director’s classes in Rio de Janeiro, and takes her back to her childhood home. In Copacabana, she discovers images of resistance, while the far right yells insults and death threats. She closes her eyes, and acknowledges the desire to stay by the sea. A journey of adventure and self-knowledge based on images found on the bridge between Portugal and Brazil.
THE SEINE’S TEARS
Y. Belaid, E. Benard, N. Mayeur, E. Moulin, H. Pinot, L. Vicente, P. Singer, A. Letailleur (France)

17 de outubro de 1961, “Trabalhadores Argelinos” saem às ruas para se manifestar contra o toque de recolher obrigatório imposto pela Polícia.

17 october 1961, “Algerian workers” get down the streets to manifest against the mandatory curfew imposed by the Police prefecture.